22
fev

Domingo - se a ressaca deixar - é dia de passear e almoçar na Liberdade. Como foi um fim de semana sem bebedeira, na recuperação do carnaval, pude aproveitar bastante o bairro dos meus parentes.

Pra começar um rolê na feirinha mesmo, atrás de comidinhas engorduradas :) Comecei com um tempurá de camarão, ainda não achei um tempurá melhor do que o servido naquelas barracas pingando gordura. Depois passei pro takoyaki (bolinho de polvo) feito numa forminha redonda, dá um trabalho danado, tem que ficar mexendo até criar a forma de bolinha, mas é fofo e muito gostoso com o molho de milhões de peixes.

Até pensei em almoçar nas barraquinhas da feira, mas o calor não deixou. Então fui pro Porque Sim comer um lamen na bacia. Recomendo esse restaurante com karaoke (ainda preciso experimentar o karaoke), a comida é ótima e com um preço ótimo (Combinado de lamen com grelhado e arroz+2 cocas por R$30). Detalhe que os garçons ficam gritando o tempo todo, pra quem e porque eu não sei. Talvez o nome venha dai “Porque sim”.

E depois de andar um pouquinho ainda descobri a Bakery Itiriky, na rua dos Estudantes, com uns pães e doces incríveis. Eu não arrisquei e fiquei na torta holandesa, com certeza a melhor que já comi. Meu irmão ficou no suco de Inhame, que parecia ser um dos sucessos da casa.

Bom, acho que depois disso já posso começar o regime da segunda =)

19
jan

Do nada a hbiterra me liga convidando para ir a uma peça no sábado e como eu não sou de recusar convites, lá fui eu (e ela, e a mãe e a tia dela, ok). A peça em questão era A loba de ray-ban, eu não fazia idéia do que se tratava e foi uma daquelas surpresas pra lá de agradáveis!

Depois do teatro eu resolvi googlar e vi que era uma versão atualizada da peça interpretada pelo Raul Cortez e que também foi a peça que deu destaque à Christiane Torloni (protagonista dessa versão). Nessa versão eu resolveram temperar as coisas com doses de desorientação sexual e pitadas de nudismo no palco.

Não vou me alongar pra não perder a graça, mas recomendo (com força) que você vá ver essa peça. O texto é inteligente e intenso.

Ah os ingressos foram uma cortesia do Paris6 que está patrocinando diversas peças de teatro. Vai lá comer as delicinhas deles e ganhe desconto de 50% para as peças ;)

18
jan

Lindo, fofo, emocionante.

Onde vivem os monstros entra na lista de filmes mais incríveis que eu já vi. Me fez ficar com um sorriso durante todo filme - no final eu troquei o sorriso por umas lágrimas, mas ok - e dá até vontade de ter um filho pra poder assistir com ele e terminar o filme com uma grande bagunça. E nada mais fofo do que depois disso dormir empilhados um no outro…

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Falando em história, li o livro semana passada e ele tem apenas umas 10 frases! Alguém me explica como eles conseguiram fazer um roteiro tão incrível?!Tudo bem que o livro em si já é incrível e traz todos os melhores diálogos do filme. Má memo assim, qui du c*ralho o roteiro! Sem falar que todo o cenário e fantasias de monstros dão vontade de não piscar. Daí eu fico pensando, o Cameron esperou 15 anos pra conseguir fazer o seu boneco azul no Avatar - não vi, mas deve ser legal em 3D - enquanto isso o Spike Jonze aproveita toda a tecnologia para criar um lugar onde os monstros querem deixar a tristeza de fora e ser feliz.

Então você fica pesando, “Bichos azuis com USB no cabelo ou monstrosem busca da felicidade”? É, dúvida cruel.

Mas falando dos monstros. Simplesmente incrível como um bando de monstros pode ser tão humanos. Afinal nada mais humano do que os sentimentos que aparecem no filme: Raiva, descontrole, esperança, expectativa e decepção.

Por mais que o filme inteiro gire em torno da mente fantasiosa de uma criança, não vimuita diferença da realidade.

Acho que se eu continuar escrevendo vou soltar um spoilers, então deixa pra lá. Mas não deixe de assistir esse filme, até dou um empurrãozinho e coloco o link para você achar os horários aqui.

PS1: Fiz esse post ouvindo a trilha sonora, recomendo, é mega fofa.
Ps2: Tem um aplicativo para iPhone no site do filme!
07
dez

Finalmente fui assistir Julie & Julia (estava esperando entrar em circuito há séculos). Caprichei no balde de pipoca, porque tinha certeza que o filme ia me dar vontade de comer, é lógico que me deu vontade de comer comida de verdade, mas teve que ser pipoca mesmo…

O elenco é fofíssimo, a Meryl Streep faz a americana que consegue ser tão simpática que até arranca sorrisos dos parisienses e a Julia é interpretada pela atriz Amy Adams, que eu não conhecia, mas achei bemagradável, tipo uma Nicole Kidman com expressão.

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Bom, pra quem não sabe o filme conta a história da Julia Child - a Ofélia americana - que resolve fazer um curso de gastronomia para passar o tempo enquanto o marido trabalha, em Paris. Logo ela se apaixona por cozinhar e pelo charme da cozinha francesa, ou seja, manteiga, manteiga e mais manteiga.

Já Julie vive nos dias atuais e está sofrendo uma crise existencial aos 3o anos. Então perecbe que o que ela gosta de fazer na vida é sair do trabalho e cozinhar para escapar dos problemas do dia-a-dia. Isso no ano de 2002, quando as pessoas começam a usar blogs para se hummm expressar. Então ela resolve criar um blog onde ela vai escrever diariamente sobre as receitas da Julia Child, para isso ela vai passar um ano (365 dias) cozinhando todas as receitas do livro (524 receitas).

Não tem jeito, o filme é delicioso. Descontraído e com cenas ótimas.

A cena da Julie matando lagosta ao som de Pshyco Killer ficará na minha cabeça toda vez que eu for comer essas belezinhas deliciosas…

PS: tinha esquecido como a sala 1 do Cine Bombril é espaçosa. Recomendo.
10
nov

Quem canta seus males espanta. Poisé, todo mundo sabe disso, e as meninas do hiper encontraram a felicidade em capslock num bar do Itaim.

Quando eu escutava a palavra “karaokê” na hora eu imaginava aqueles bares duper lotados da Liberdade e aquela batidinha eletrônica insuportável de videoke. Mas o Bar D’a Rua deu uma repaginada nisso e colocou uma banda (com um repertório enorme) para embalar os clientes desafinados.

Aí que ta a grande sacada: a banda! Eles dão uma interagida com quem ta cantando e se você se perde eles te ajudam e consertam.

O projeto começou em setembro e ocorre todas as terças-feiras e por enquanto ainda não bomba, o que é ótemo porque conseguimos mesas boas e cantar a baldes!

De resto o bar é bem bonitinho, com gente bonita, tem chopp Brahma e petiscos gostosos à preços aprazíveis (mini-hamburguinhos e mini-dogs de delirar)!

Para conferir quem brilha muito no palco é só ir lá hoje tietar as hiperventilandas!

PS: E quem quiser ver onde mais o hiper visitou e recomenda, clique na categoria Pé na Rua

Bar D’a Rua - Rua Bandeira Paulista, 327 - Itaim
Site do bar

06
out

É uma total perda de tempo.
E se tem algo que eu amo é perder tempo dando boas risadas.

Eu amo séries, intensamente. Glee é uma série nova que mesmo assistindo apenas dois episódios já me conquistou o suficiente pra vir aqui recomendá-la.
Glee é o nome do grupo de coral de um high school, lógico que o coral é o reduto dos loser do colégio. Mas aos poucos o professor de espanhol, loser, se encarrega de transformar o Glee Club num lugar legal e desejado pelos restos dos alunos. Até ai, tudo normal. O legal do Glee é a versão “coral” que eles criam para músicas como Rehab, Don´t Stop believing, All the single ladies…

O importante é que Glee é rídiculo e garante ótimas risadas, quer mais o que?

glee2Glee é exibido às 22 dos domingos na Fox Brasil.

#FikDik

25
set

Ontem eu e a Gabi fomos conferir a peça Restos no Teatro da FAAP. Você já deve ter ouvido falar na peça, é o monólogo onde o Antonio Fagundes fuma no palco - todo mundo que eu falei que estava indo ver me disse isso…

Estamos lá, lindas e japonesas, na segunda fileira (obrigada @ericmessa). No começo eu tava com aquela coisa de “vamos ver se esse cara manda tão bem como dizem”, pois é, manda muito bem. O texto gira em torno do sofrimento de um homem que perdeu sua mulher e como ela fazia a sua vida valer a pena. Uma história de amor. Fiquei lá assistindo um show de interpretação e meio que já pensando no que escrever a respeito. Calma lá. Chega no final do monólogo e você leva um belo dum tapa na cara. Desconcertante.

Saí do teatro atordoada e vendo tudo que eu tinha pensado a respeito da história ir por água abaixo…

Recomendadíssimo.

E uma curiosidade, vendo o making of descobri que o Antonio Fagundes aprendeu 43 páginas de texto para a peça. E pensar que eu mal conseguia interpretar uma árvore nos teatrinhos da escola…

Horários e preços aqui.

02
set

Eu amo músicas depressivas, mas também amo músicas que me fazem rir e mexer a bundinha (ok, não é o caso). Logo, gosto muito do Richard Cheese - ou Ricardo Queso ou Queijo, como queira - o cara faz versões num clima lounge Sinatra de músicas de metal, rock ou qualquer coisa que dê na telha. É interessantíssimo ouvir System of a Down, Metallica, Alanis e o onipresente Michael Jackson nas versões dessa banda onde todos os integrantes têm sobrenome de queijo. (Cheese, Brie, Gouda, Feta e Ricotta)

Os vídeos do YouTube não colaboram muito, mas dá pra ouvir algumas músicas no MySpace deles.

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Ah e o cd novo deles (ainda não ouvi tudo) se chama Viva La Vodka! Não tem como não gostar…

06
jul

Um filme com esse nome logo me fez pensar em cenas melosas, cartas antigas e juras de amor eterno, mas na verdade o filme não podia estar mais distante disso. Il y a longtemps que je t’aime - não sou dessas pessoas que acha francês lindo, mas adorei o nome do filme - é um filme extremamente delicado e forte ao mesmo tempo, como o nome de sua protagonista, Juliette.

Há tanto tempo que te amo mostra a difícil adaptação de Juliette na sociedade após passar 15 anos numa prisão. A atriz trabalha tão bem que seu rosto/olhar deixa transparecer tudo que ela está sofrendo mas sem gerar um mal estar para quem assiste, a história flui levemente sem fazer você ter depressão por existir… E sim, existem cenas tensas que me causaram choro instantâneo, não são cenas que vão te angustiando até você não aguentar mais, são momentos delicados que te dão um tapa na cara…

É muito estranho e ao mesmo tempo bonito ver alguém se readaptando a viver. Perceber que só depois que você saí do seu esconderijo, deixa tudo a luz é que está pronto para seguir em frente.

Recomendadíssimo.

29
jun

Sempre gostei do Nando Reis, acho um ótimo compositor mas sempre fiquei com um pé atrás quanto o seu talento para cantor, meio desafinado sabe… Mas acabei de mudar de opinião.

Fui no show da nova turnê Drês - um oferecimento OiFM e @LilMarino - e me surpreendi em vários aspectos. Esperava um show num clima lual ou mais violão e voz e fiquei impressionada com a alegria contagiante dos Infernais! Os músicos são ótimos, o som é muito melhor do que no cd. Enquanto no cd as músicas são tranquilas e ressaltam a voz do Nando Reis, ao vivo a banda toma conta do espaço e a voz que pode soar desafinada mas transborda emoção e o carisma do Nando (tô intima, benhê) não deixa espaço para reclamações.

Spoilers a frente.

O show tem mais de duas horas de duração e mescla as músicas do álbum novo com os velhos sucessos, como No Recreio, All Star, Relicário, Luz dos Olhos, O mundo é bão Sebastião e Por onde andei. Sem falar nas músicas lindas que ele compôs para seus filhos e que fazem cosquinha em qualquer útero…

Indo mais longe ainda a banda tocou Cegos do Castelo, Marvin Segundo Sol e Onde você mora? Me fez até ter esperança de que tocariam Hey baby ou Quem vai dizer tchau? Mas já era querer demais, o que não chegou a ser uma decepção, só deixou um gostinho de quero mais.

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A divulgação da turnê ficou por conta da agência Gruda em Mim e eu aproveito pra passar o recado deles a diante:
Leve sua câmera e faça vídeos e fotos do show. Envie o link do vídeo ou a foto para nandoreis@grudaemmim.com.br