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Uma série com 3 vídeos de youtube mostrando uma laranja irritante. Sim, non sense. Logo, é hilária!
Os vídeos são pequenos, veja todos aqui.
E o primeiro aqui:
Dica do @EliMafra
Uma série com 3 vídeos de youtube mostrando uma laranja irritante. Sim, non sense. Logo, é hilária!
Os vídeos são pequenos, veja todos aqui.
E o primeiro aqui:
Dica do @EliMafra
Esse final de semana fomos pro Skol Sensation. Mas só um de nós pode tirar conclusões tão boas sobre a vida depois do evento. Esse texto foi feito pelo nosso ilustre convidado: Bruno Rolim, vulgo Caminhãozinho! Só esse apelido já valeria um post, mas tenho certeza que terei oportunidade de falar sobre isso outro dia…
Galera,
acabo de chegar do Skol Sensation nesta manhã agradabilíssima de domingo e não poderia dormir sem antes compartilhar com vocês algumas conclusões que cheguei acerca dos rumos da humanidade (e vocês podem inferir como estava o evento com base nisso…). Talvez os momentos de inspiração na balada tenham alguma relação com o fato de eu não estar bebendo durante a quaresma (que para minha surpresa possui 45 dias ao invés dos 40 que a igreja sempre nos iludiu!!!).
Antes de apresentar as conclusões e as sínteses das explicações, gostaria de enfatizar que os argumentos são puramente quantitativos, sem nenhum juízo de valor, esvaziados de qualquer preconceito. Enfim, seguem:
Primeira conclusão: “A humanidade caminha inexoravelmente para a poligamia”
Explico: a taxa de crescimento do homossexualismo masculino é muito maior do que a taxa de crescimento do homossexualismo feminino, logo, a médio prazo, o haverá uma superoferta de mulheres heterossexuais, ou seja, muitas mulheres hetero para poucos homens hetero. Para poder balancear esta equação, será necessário que um homem possa se casar com mais de uma mulher (poligamia).
Segunda conclusão: “Os ataques terroristas suicidas islâmicos irão acabar”
Sim, isso mesmo, projetando o mesmo cenário acima com taxas fixas, no longo prazo, haverá muito, mas muito mesmo, mais mulher do que homem (digo, os homens cabra macho). Dessa maneira, os terroristas não terão mais que se explodir para terem acesso às 72 virgens, pois o mundo terá excesso de virgens, pois a grande maioria dos homens não terão a mínima vontade de tirar o selinho das mulheres… Sobrará um monte de itaipavas (seladinhas…).
Terceira conclusão: “Deus existe”
Esta é um pouco mais longa, mas ainda muito simples. Em 1859 Charles Darwin apresentou as seguintes teses no livro “A Origem das Espécies”:
1- “Durante a transição de gerações, considerável número de indivíduos falece, antes mesmo de procriarem”;
2- “Os que sobrevivem e geram descendentes, são aqueles seleccionados e adaptados ao meio devido às relações com os de sua espécie e também ao ambiente onde vivem”;
3- “A cada geração, a seleespermção natural favorece a permanência das características adaptadas, constantemente aprimoradas e constantemente melhoradas”
Assim, a seleção natural “escolhe” as características que beneficiam o indivíduo (aumenta a probabilidade de procriação) no ambiente em que ele vive. Notem que o tempo verbal é o presente do indicativo: “vive”! A seleção natural funciona para características que são benéficas e não as que um dia, no futuro, o serão.
Voltando à projeção dos rumos da humanidade. Nós, homens, produzimos milhões de espermatozóides por dia, enquanto a mulher na fase reprodutiva emite apenas um óvulo por mês. Seria muito mais eficiente se produzíssemos apenas um ou alguns por mês que fossem exímios nadadores e não esse montão que desperdiçamos.
Esse mundão de “girinos” será muito necessário para a manutenção dos seres humanos em um futuro em que poucos homens (heteros) terão de fecundar milhões de mulheres. Logo, a quantidade de espermatozóides é um “planejamento de longo prazo” do ser humano. Isso indica que há uma entidade inteligente fazendo esse planejamento. Logo, Deus existe.
Após capotar com sua lancha de corrida , o jovem Jesus rapidamente abandona o local do acidente, antes que seu Pai descubra…

Mais um post do nosso super colaborador Chester
A Lil conheceu outro dia um turista que mochilava se hospedando na casa de pessoas que disponibilizam um canto qualquer para esta finalidade. A prática, conhecida como Couch Surfing (”surf de sofá, numa tradução livre”), está cada vez mais popular, em particular com um empurrãozinho da internet.
E uma das paradas mais interessantes nesse sentido é o CouchSurfing Project - um website que não só ajuda a difundir o conceito, mas também organiza a brincadeira. A idéia do site é mostrar que o Couch Surfing não é apenas como um jeito barato de viajar, mas também como uma maneira de melhorar a experiência da viagem como um todo.
Isso se reflete muito na missão da empresa, que “busca conectar pessoas e locais internacionalmente, criar intercâmbios educacionais, promover a consciência coletiva, disseminar a tolerância e facilitar o entendimento cultural”.
O site leva essa idéia a cabo: desde um fórum que coloca “surfers” e “hosts” em contato até um sistema de verificação e avaliação dos participantes (que permite pegar referências de pessoas que já hospedaram um usuário, ou que já se hospedaram em algum lugar). E isso faz toda a diferença para vencer o frio no barriga e encarar a aventura.
Eu descobri o sistema quando uma amiga planejou sua viagem para a França e arredores. Ficamos impressionados com o volume e o movimento do fórum, que proporcionava respostas muito rápidas. Em questão um ou dois dias ela tinha diversas ofertas de lugares interessantes com custos muito reduzidos.
Uma outra amiga se hospedou em Nova Iorque com a ajuda do site, e enfatizou o aspecto social - não apenas ele te ajuda a encontrar um lugar, mas também faz você descobrir outros mochileiros que estarão nos mesmos lugares que você. Junte essa galera com o seu anfitrião e os conhecidos locais dele, e você terá as melhores companhias de balada possíveis!
Tem uma “versão nacional” - sort of. Na real é uma tradução (comunitária e ainda em andamento) de algumas partes do site. Como a base é a mesma, eu ficaria com a gringa mesmo. Eu tou de mala e cuia pra África do Sul a serviço, mas esse site dá muita idéia para viagens futuras…
Como a Lil disse no YouPIX a gente conheceu uma galera bem interessante, entre elas o Chester! especialista em porn, acreditem existe um mundo muito muito muito bizarro de porns por ai… É claro que a gente não podia perder a oportunidade de chamar o Chester pra fazer um texto aqui pra gente, e ele foi inteligente o suficiente de não perder a chance ![]()
E esperamos ter outros convidados aqui no Hiperventilando, se você se interessou manda um email pra contato@hiperventilando.com.br e venha hiperventilar com a gente!
Com vocês, Chester!
O primeiro dia do YouPix foi realmente inusitado: conheci a Lilian e a Renata, duas das seis integrantes do Hiperventilando, e elas me convidaram de forma gentil e irresponsável a escrever este post. E o assunto já estava escolhido: pornografia para mulheres.
Por que eu?
Boa pergunta: eu não entendo mais de pornografia ou de sexualidade do que a pessoa que está à sua esquerda (verifique). Ok, eu fiz uma experiência de geotagging de bordéis uma vez, e confesso um certo interesse pelo inusitado neste campo - sempre que algo neste sentido me chama a atenção, acaba indo parar no meu blog (ou no Twitter).
Admito que fico de olho no assunto, mas tenho um motivo forte: a evidente correlação entre a presença de pornografia e o sucesso de qualquer plataforma de mídia. Compare, por exemplo, formatos como VHS e DVD (nos quais a pornografia - com o perdão do chiste - abunda) com fracassos como Betamax e o LaserDisc (para os quais era difícil ou impossível conseguir algum título do gênero).
Mais: observe que os sites pornô sempre foram pioneiros, estando entre os primeiros a oferecer coisas como comércio eletrônico, chat via web, streaming de áudio/vídeo e tantas outras tecnologias. Tendo em mente que eu trabalho com tecnologia e web, a desculpa de ter um interesse majoritariamente social e mercadológico no assunto praticamente se sustenta.
Uma vez limpa a minha barra, resolvi dar uma olhada em como era o universo das mulheres que vêem pornografia na rede. A força do hábito de matemático me fez começar tentando descobrir o percentual de participação do público feminino no bolo da pornografia. Dei com os burros n’água: não tem um número consistente, apenas chutes e
pesquisas genéricas (quase sempre desatualizadas).
Por exemplo, Clarissa Smith, pesquisadora da Sunderland Univesity, se baseia em resultados do NetRatings para sugerir algo na linha de 40% de mulheres no público que acessa sites pornôs, enquanto que o relatório Internet Pornography Statistics do Top Ten Reviews (que compila diversos resultados de diferentes sites sobre o assunto) fala em 33%.
Aliás, este último traz outros dados interessantes, tais como a taxa de 13% das mulheres admitindo acessar pornografia no local de trabalho, e 70% delas mantendo seu interesse no assunto em segredo. O que dá pra concluir é que os números até podem variar um pouco, mas uma coisa é fato: mulheres gostam de porn sim. E escondem - uma
atitude compreensível quando se considera o tipo de opinião negativa que muitos homens e até outras mulheres provavelmente iriam manifestar. O que é lastimável.
O assunto dificilmente se esgota em um único post (ainda mais este, escrito meio às pressas, para ser entregue antes que as meninas mudem de idéia). Mas uma vez tendo abordado pornografia envolvendo Smurfs, Transformers(e esse até era para meninas - sort of), Spore, dragões homossexuais (cortesia do Ronald Rios) e até mesmo pornô sem sexo, eu tenho esperança de encontrar o elo perdido entre as mulheres e a pornografia em novas oportunidades - ou ao menos de me divertir um bocado procurando!