25
nov

Já ouvi algumas maneiras e acessórios usados para apimentar o sexo, mas é claro que é sempre possível ir além. Mesmo sem querer.

Uma mulher está lá toda feliz com o seu homem, as coisas caminham bem e naturalmente, logo, é hora de transar! (ieiii)

Ela tá lá de boa e contente quando um pensamento lhe vem “Jizuz, o pau do cara deve ser enorme, tá me machucando!” mas ok, né, ela continua lá já desejando pra que a coisa não dure muito…

O cara continua normal, sem perceber nada de errado (homens ¬¬ ). E ela lá sentindo que o seu útero estava sendo hummm pinicado.

O sexo acaba.

Ela vai pro banheiro aliviada. E de repente, não mas que de repente, percebe que tinha transado com o OB dentro!

Pois é, caros amigos, pinto pequeno não é mais problema.

OB nela.

É só escolher. Pequeno, médio ou grande?

Mais um fato contado na mesa de bar e sem identificar a fonte.


10
nov

Quem canta seus males espanta. Poisé, todo mundo sabe disso, e as meninas do hiper encontraram a felicidade em capslock num bar do Itaim.

Quando eu escutava a palavra “karaokê” na hora eu imaginava aqueles bares duper lotados da Liberdade e aquela batidinha eletrônica insuportável de videoke. Mas o Bar D’a Rua deu uma repaginada nisso e colocou uma banda (com um repertório enorme) para embalar os clientes desafinados.

Aí que ta a grande sacada: a banda! Eles dão uma interagida com quem ta cantando e se você se perde eles te ajudam e consertam.

O projeto começou em setembro e ocorre todas as terças-feiras e por enquanto ainda não bomba, o que é ótemo porque conseguimos mesas boas e cantar a baldes!

De resto o bar é bem bonitinho, com gente bonita, tem chopp Brahma e petiscos gostosos à preços aprazíveis (mini-hamburguinhos e mini-dogs de delirar)!

Para conferir quem brilha muito no palco é só ir lá hoje tietar as hiperventilandas!

PS: E quem quiser ver onde mais o hiper visitou e recomenda, clique na categoria Pé na Rua

Bar D’a Rua - Rua Bandeira Paulista, 327 - Itaim
Site do bar

27
out

Numa noite de sexta-feira de verão, um amigo estava livre, leve e solto numa balada. Eis que surge uma menina; conversa vai, conversa vem. Se pegam.

Com o desenrolar da noite chegam à conclusão que querem acordar no mesmo lugar na manhã seguinte. Deixam a balada e entram no carro.

Enquanto dirige, meu amigo repara que uma gota d’água atingiu o vidro. E aí, meus caros, não sei se tomado pelo nervosismo de mal conhecer a carona ou simplesmente por tentar minimizar ao máximo os momentos de silêncio, ele pergunta: “É chuva?”

Ela responde prontamente: “Chupo”.

Ele pensou em corrigir, mas não o fez. Achei justo.

PS: Isso é uma história verídica e eu não menti em absoluto. Ai confesso.. menti quando disse que ele pensou em corrigir….. e quando disse que aconteceu com um amigo.

18
mar

Estou em busca do meu bar em São Paulo faz tempo. Um lugar que a bebida seja barata, os petiscos saborosos e a clientela amigável. Até hoje tive poucos casos de amor com bares, geralmente eles começam a mostrar quem realmente são e a relação esfria. Ou algumas vezes, como no caso do meu relacionamento mais duradouro (com o Shida, uma barzinho perto da ESPM que me deixa saudades) a distância simplesmente arruinou o que podia se tornar um casamento. Mas vamos esquecer o passado e falar de coisas boas hoje!! Eu conheci um cara, quer dizer, um bar novo e muito interessante.

Meu novo bar favorito é o Casa Club Hostel Bar. Tudo começou em um calmo sábado. Eu estava assistindo alguma coisa interessante na TV quando a Rê Rolim me ligou e resolveu me salvar da solidão. Ela veio com um papo de um albergue na Vila Madalena, que ela sempre passava em frente, parecia legal e blábláblá. Resumindo: o típico encontro as cegas. Mas ok, eu dificilmente falo não pra eventos alcoólicos. Alguns minutos depois estávamos nós num lugar mais ou menos assim: uma casinha perto da esquina da Mourato Coelho com a Aspicuelta, uma árvore gigante na frente, mesas espalhadas por um jardim, um menino sozinho ocupando a mesinha central, pessoas com mochilas sem noção para onde estavam indo, um cara com gravata borboleta com potencial pra ser o garçom do lugar e um salão com uma pseudo-recepção do lado de dentro da casa.

Sentamos numa mesa e esperamos. Cheguei a me perguntar o que eu estava fazendo lá, afinal, ignoraram nossa presença. Mas ok, não podemos desistir agora, pensei. Continuamos firmes e fortes olhando uma pra cara da outra, balbuciando palavras de apoio ou, assumo, de fuga.

Ah, mas nada como começo de relacionamento. Você nunca sabe direito o que fazer. Parece simples: vai lá, senta no bar e espera um pouco que as coisas acontecem naturalmente. Nananinanão. Alguns lugares exigem muito de você. Nesse caso foi tranquilo. Passados os piores 10 minutos da minha vida veio um simpático garçom (sim, o da gravata borboleta!) com um cardápio, comandas individuais com nossos nomes e muita alegria de servir.

A primeira alegria surgiu ao abrirmos o cardápio. Todos os drinks são muito legais, exóticos e custam apenas R$ 10. Isso é um nada se você está no coração da Vila. A caipirinha é uma ótima pedida e sai por R$ 7. Os petiscos também merecem uma mega atenção, comemos mini-burritos deliciosos!

Além das bebidas e comidas do lugar, a galera é ótima. Se você quer treinar o inglês então, o lugar é feito pra isso. Sentamos e uns 15 minutos depois um mocinho de Israel estava num longo papo com a gente. O garoto era maluco e estava viajando há 7 meses sem rumo e nem programação. Quase desistiu de seguir pra Floripa aquela noite pra ir pra uma balada com a gente. Como nós somos legais, obrigamos o Tal (era esse o nome do tal) a seguir sua vida e partir sem dor no coração. Lá se foi o garoto simpático de Israel.

Mas a noite estava apenas começando! Logo um americano sentou lá e explicou que estava viajando o mundo ficando na casa de pessoas por onde passa. Ele está escrevendo um blog sobre o assunto: Couch Surfing the World. Logo estávamos numa mesa com várias pessoas conversando sobre sei lá o que e gastando pouco.

Ah, além da animação dos gringos e da bebedeira rápida, o lugar ainda tem banda ao vivo de quarta a domingo. Era sábado, então teve. O som é muito legal e pra quem é de dançar tem um espação pra isso lá.

Pois é, recomendo galera. Virou meu bar queridinho do momento.

onde? na Mourato Coelho, 973. (um quarteirão antes de chegar a Aspicuelta)

quando? Olha, acho que todo dia. Mas de quarta-feira a domingo é mais animado e tem banda.

dress code? Você vai encontrar mochileiros sujos lá. Pode ir como quiser, tá fácil.

02
mar

Estava eu no bar com minha família, porque afinal nada une mais a minha família do que um bolinho de bacalhau com uma garrafa de original, quando conversa vai conversa vem, começamos a relembrar nossas muitas aventuras ao longo dos anos. Eis que surge o assunto: “Nossa, lembra daquela viagem pro rock in rio que animal que foi?!”. E entre uma lembrança e outra, eu, na minha oitava hora de bar tenho a brilhante idéia de soltar a frase: “Vamos pro rio agora?!”. Digamos que a turminha da mesa se empolgou pois estavam todos no mínimo “facinhos” devido ao grau alcoólico em que todos se encontravam. Mas ninguém tava realmente levando a sério. Quase ninguém. Menos um. O Beto.

Depois desse momento a próxima coisa que me lembro é de estar na praia de copacabana tomando novamente, a muito contra-gosto, uma cerveja!

E ainda de quebra vejo parte do elenco de Slumdog Millionaire tomando um solzinho do meu lado!

Moral da história: Pense muito no que vai falar após um engradado de cerveja consumido, porque sempre pode ter um FDP como meu primo Beto que acaba levando a sério e te ligando as seis da manhã da portaria do seu prédio, prontíssimo pra pegar estrada!

E o Rio de Janeiro? Continua lindo e continua sendo!
No vídeo embedado se encontra o momento da cagada! Gravado no meu LG Cookie ;)