04
fev

Como vocês já perceberam pelas nossa twittadas, o bistrô Paris 6 (@paris_6) tem servido de patrocinador cultural para as meninas do Hiper, nos fornecendo ingressos pras peças mais incríveis da cidade.

Semana passada foi a vez de Play, peça em cartaz com Maria Maya, Sérgio Marone, Daniela Galli, Rodrigo Nogueira e direção de Ivan Sugahara.

A trama envolve a estranha dinâmica entre César (Rodrigo Nogueira), sua mulher Ana (Daniela Galli) e sua cunhada Cíntia (Maria Maya), com quem César tem um caso. Como se as relações de posse e ciúmes entre os três já não fossem o bastante, entra o amigo de faculdade Sério (Sérgio Marone) na história. A presença de Sérgio afeta os três personagens, seja abalando o status de macho alpha de César, seja seduzindo irremediavelmente as irmãs Ana e Cíntia.

Qualquer semelhança com o filme “Sexo, Mentiras e Videotape” não é mera coincidência. O filme de Steven Soderbergh serviu como inspiração para Rodrigo Nogueira escrever o texto, trazendo à atualidade e à nossa realidade, a temática de Soderbergh.

Assim como no filme, o sexo é tratado em Play mais como um personagem do que como uma temática. Em meio aos relatos nos videotapes de Sérgio, gravados com mulheres falando sobre sexo e intimidades, pode-se perceber a infelicidade e frigidez de Ana e como isso afeta o comportamento de uma mulher. Principalmente ao traçarmos um paralelo entre ela e a irmã Cíntia, que funciona como o oposto sexual de Ana, dando aquela pitada desorientada e sem-vergonha que tanto apreciamos.

Play ainda é coroada com a brilhante atuação de todos os envolvidos. Seja na safadeza de Maria Maya, no desconforto de Daniela Galli, nos trejeitos cômicos de Rodrigo Nogueira (@rodrigoerodrigo) ou na deliciosa sedução de Sérgio Marone (@sergiomarone).

Em resumo…. #GOPLAY!

29
jan

Não que eles precisem, mas o Google criou uma campanha de vídeos para falar da praticidade do Google Search. Eles poderiam fazer qualquer coisa dizendo que Google é deus, mas foram além e criaram oito vídeos sobre como a busca do Google te deu tudo o que você precisava para realizar algum desejo/necessidade.

E o vídeo mais fofo de todos, lógico, é sobre amor. (L)

19
jan

Do nada a hbiterra me liga convidando para ir a uma peça no sábado e como eu não sou de recusar convites, lá fui eu (e ela, e a mãe e a tia dela, ok). A peça em questão era A loba de ray-ban, eu não fazia idéia do que se tratava e foi uma daquelas surpresas pra lá de agradáveis!

Depois do teatro eu resolvi googlar e vi que era uma versão atualizada da peça interpretada pelo Raul Cortez e que também foi a peça que deu destaque à Christiane Torloni (protagonista dessa versão). Nessa versão eu resolveram temperar as coisas com doses de desorientação sexual e pitadas de nudismo no palco.

Não vou me alongar pra não perder a graça, mas recomendo (com força) que você vá ver essa peça. O texto é inteligente e intenso.

Ah os ingressos foram uma cortesia do Paris6 que está patrocinando diversas peças de teatro. Vai lá comer as delicinhas deles e ganhe desconto de 50% para as peças ;)

18
jan

Lindo, fofo, emocionante.

Onde vivem os monstros entra na lista de filmes mais incríveis que eu já vi. Me fez ficar com um sorriso durante todo filme - no final eu troquei o sorriso por umas lágrimas, mas ok - e dá até vontade de ter um filho pra poder assistir com ele e terminar o filme com uma grande bagunça. E nada mais fofo do que depois disso dormir empilhados um no outro…

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Falando em história, li o livro semana passada e ele tem apenas umas 10 frases! Alguém me explica como eles conseguiram fazer um roteiro tão incrível?!Tudo bem que o livro em si já é incrível e traz todos os melhores diálogos do filme. Má memo assim, qui du c*ralho o roteiro! Sem falar que todo o cenário e fantasias de monstros dão vontade de não piscar. Daí eu fico pensando, o Cameron esperou 15 anos pra conseguir fazer o seu boneco azul no Avatar - não vi, mas deve ser legal em 3D - enquanto isso o Spike Jonze aproveita toda a tecnologia para criar um lugar onde os monstros querem deixar a tristeza de fora e ser feliz.

Então você fica pesando, “Bichos azuis com USB no cabelo ou monstrosem busca da felicidade”? É, dúvida cruel.

Mas falando dos monstros. Simplesmente incrível como um bando de monstros pode ser tão humanos. Afinal nada mais humano do que os sentimentos que aparecem no filme: Raiva, descontrole, esperança, expectativa e decepção.

Por mais que o filme inteiro gire em torno da mente fantasiosa de uma criança, não vimuita diferença da realidade.

Acho que se eu continuar escrevendo vou soltar um spoilers, então deixa pra lá. Mas não deixe de assistir esse filme, até dou um empurrãozinho e coloco o link para você achar os horários aqui.

PS1: Fiz esse post ouvindo a trilha sonora, recomendo, é mega fofa.
Ps2: Tem um aplicativo para iPhone no site do filme!
22
dez

Você jurava que esse blog era sobre nada e sem princípios, se enganou e a Gabi prova isso.

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17
dez

Já declarei meu amor por Glee aqui, mas quem me conhece sabe que eu não canso de falar dessa série, e o pior, eu não me canso de (tentar) cantar e dançar as músicas dos episódios.

Eles conseguiram deixar uma música do Queen mais beecha que o original, isso é um feito admirável! (Tô falando da Somebody to love, que recomendo com força, nas duas versões) Fico imaginando como seria genial uma música do Mika no Glee. “Grace Kelly em sol, por favor, maestro”

Mas vamos ao o que interessa. Se você também quer ouvir Glee e ficar cantarolando e fazendo passinhos durante as festas de fim de ano, sua chance é essa! É só deixar um comentário com a sua @ do Twitter aqui, até o dia 21 às 23:59, e faremos um sorteio pra te dar o CD da primeira temporada do Glee!

Vamos divulgar o resultado no @Hiperventilando, fica experto!

glee

08
dez

Uma série com 3 vídeos de youtube mostrando uma laranja irritante. Sim, non sense. Logo, é hilária!

Os vídeos são pequenos, veja todos aqui.

E o primeiro aqui:

Dica do @EliMafra

07
dez

Finalmente fui assistir Julie & Julia (estava esperando entrar em circuito há séculos). Caprichei no balde de pipoca, porque tinha certeza que o filme ia me dar vontade de comer, é lógico que me deu vontade de comer comida de verdade, mas teve que ser pipoca mesmo…

O elenco é fofíssimo, a Meryl Streep faz a americana que consegue ser tão simpática que até arranca sorrisos dos parisienses e a Julia é interpretada pela atriz Amy Adams, que eu não conhecia, mas achei bemagradável, tipo uma Nicole Kidman com expressão.

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Bom, pra quem não sabe o filme conta a história da Julia Child - a Ofélia americana - que resolve fazer um curso de gastronomia para passar o tempo enquanto o marido trabalha, em Paris. Logo ela se apaixona por cozinhar e pelo charme da cozinha francesa, ou seja, manteiga, manteiga e mais manteiga.

Já Julie vive nos dias atuais e está sofrendo uma crise existencial aos 3o anos. Então perecbe que o que ela gosta de fazer na vida é sair do trabalho e cozinhar para escapar dos problemas do dia-a-dia. Isso no ano de 2002, quando as pessoas começam a usar blogs para se hummm expressar. Então ela resolve criar um blog onde ela vai escrever diariamente sobre as receitas da Julia Child, para isso ela vai passar um ano (365 dias) cozinhando todas as receitas do livro (524 receitas).

Não tem jeito, o filme é delicioso. Descontraído e com cenas ótimas.

A cena da Julie matando lagosta ao som de Pshyco Killer ficará na minha cabeça toda vez que eu for comer essas belezinhas deliciosas…

PS: tinha esquecido como a sala 1 do Cine Bombril é espaçosa. Recomendo.
25
nov

Já ouvi algumas maneiras e acessórios usados para apimentar o sexo, mas é claro que é sempre possível ir além. Mesmo sem querer.

Uma mulher está lá toda feliz com o seu homem, as coisas caminham bem e naturalmente, logo, é hora de transar! (ieiii)

Ela tá lá de boa e contente quando um pensamento lhe vem “Jizuz, o pau do cara deve ser enorme, tá me machucando!” mas ok, né, ela continua lá já desejando pra que a coisa não dure muito…

O cara continua normal, sem perceber nada de errado (homens ¬¬ ). E ela lá sentindo que o seu útero estava sendo hummm pinicado.

O sexo acaba.

Ela vai pro banheiro aliviada. E de repente, não mas que de repente, percebe que tinha transado com o OB dentro!

Pois é, caros amigos, pinto pequeno não é mais problema.

OB nela.

É só escolher. Pequeno, médio ou grande?

Mais um fato contado na mesa de bar e sem identificar a fonte.


19
nov

A gente vê por aqui.